Brasil juntando os cacos: A reconstrução de uma nação fragmentada politicamente

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Brasil juntando os cacos: A reconstrução de uma nação fragmentada politicamente

O Brasil de hoje, é um povo que carrega em si, o colorido da esperança para o desenvolvimento de um mundo melhor, trabalhando em seu cotidiano, para juntar os cacos de seu tesouro político poupado ao longo de pouco mais de 100 anos, e, fragmentado a partir do novo milênio, por 12 anos de fisiologismo através de práticas de sucessivos governos populistas, cujo anseio do povo era encoberto pela ânsia de eternização do auto poder.

A partir de 2018, o povo foi chamado a eleger um novo governante, mas, a ideia da manutenção do governo populista causava náuseas a maioria dos eleitores, contudo, o Povo não percebia ainda naquele momento, que também estava sendo vítima da liberdade de consciência do voto, através de práticas de guerra, com o fim de desacreditar as instituições, encobrindo todo o acervo político de sua história anterior, massacrando, calcando, humilhando, e, com isso, provocando um descrédito absoluto nas instituições e partidos políticos, esperando manter-se em vantagem, pois, diante de uma política fragmentada o numero de massacradores se mostrava mais forte sozinho, dos que os partidos políticos estraçalhados que se agonizavam em despojos.

Mas as náuseas do Povo ao populismo foi maior, no entanto, e na absoluta escuridão, restou como única alternativa a ele, votar no atual Presidente da República, cuja promessa de campanha trazia em si, o restabelecimento do respeito às instituições e aos costumes, especialmente às tradições familiares.

Contudo, a exemplo dos governos populistas, o atual Presidente se mostra altamente dependente de assessores, não possuindo uma personalidade com autoafirmação política. Diante disso, elegeu dois gurus a desenhar os percursos de seu governo, o primeiro, para a economia, que mergulhou de cabeça, em uma prática ortodoxa do modelo econômico americano neoliberal, que de tanto afinco, o guru econômico parece não ter percebido que tal modelo entrou em colapso, com isso, o efeito sobre o resultado dos projetos econômicos tem sido muito a quem da promessa, como em um final de festa, que o que tem a se consumir são restos que já não produzem prazer na degustação.

O esforço do ministro é louvável, no entanto a direção de tanta força não se mostra muito coerente com a realidade presente.

O segundo guru é um eco, pois, residente nos Estados Unidos, parece ser o influenciador remoto de filho presidencial para pai, cuja filosofia calcada no complexo do vira lata, baba o modelo político americano atual, gerando uma caricatura parecida como a de um cover de Donald Trump, da pior classe, principalmente quando se refere a política do meio ambiente, vomitando arrogância e a prepotência, talvez isso seja, o que o Presidente Francês quis dizer com “o Brasil precisa de um governo a altura”, e não parece estar errado.

O Presidente precisa parar de querer bancar o Bad Boy, e começar a honrar o seu mandado, passando a criar o seu governo estruturado na esperança do Povo, reestruturando o modelo econômico atual diretamente ligado a sustentabilidade ambiental, ao invés de voltar-se para um orgulho regado a vaidade pessoal, egoísta e altamente prejudicial a Nação.

Brazil Putting the Shards Together: The Reconstruction of a Politically Fragmented Nation

Presidencial philosophy based on the complex of the mutt, drools the current American medio-political model, creating a caricature that looks like a cover of Trump’s worst class, especially with environmental policy spewing arrogance and arrogance, perhaps that is what the French President meant by “Brazil needs a proper government”, and it doesn’t seem it’s wrong.

Portuguese version

Brazil today is a people that bears within itself the color of hope for development in a better world, working in their daily lives, to gather the pieces of their political treasures spared over a little over 100 years, and fragmented from the new millennium, by 12 years of physiologism through the practices of successive populist governments, whose longing of the people was shrouded by the eagerness to eternalize self-power.
From 2018, the people were called to elect a new ruler, whose idea of ​​maintaining populist government made him sick to voters, however, the People did not realize at that time, that they were also being a victim of the freedom of conscience of the vote, for, through war tactics, by populist ruling party agents, the entire political holdings of their history had, throughout populist mandates, been massacred, crushed, humiliated, and utterly discrediting political institutions and parties. to remain in advantage, for thus their populist supporters would represent more, creating greater effect of electoral force than the shattered political parties that were dying in spoils.

But the people’s nausea to populism was greater, however, in the absolute darkness, remained as his only alternative, to vote for the current President of the Republic, whose campaign promise brought in itself, the restoration of respect for institutions and customs, especially to family traditions.
However, like the populist governments, the current President is highly dependent on advisers, lacking a self-affirming political personality. In view of this, he elected two gurus to draw the paths of his government, the first for the economy, which plunged headlong into an orthodox practice of the neoliberal American economic model, which so hard the economic guru seems not to have realized that such model collapsed, so the effect on the outcome of the economic projects has been much less than the promise, as in a party ending, that what has to be consumed are leftovers that no longer produce pleasure in the tasting.

The minister’s effort is commendable, yet the direction of such force is not very consistent with present reality.

The second guru is an echo, because, resident in the United States, seems to be the influencer of the son who, in turn, influences the father, whose philosophy based on the complex of the mutt, drools the current American medio-political model, creating a caricature that looks like a cover of Trump’s worst class, especially with environmental policy spewing arrogance and arrogance, perhaps that is what the French President meant by “Brazil needs a proper government”, and it doesn’t seem it’s wrong.

The President must stop wishing to play Bad Boy, and start honoring his mandate by starting to create his government structured in the hope of the People, re-structuring the current economic model directly linked to environmental sustainability, rather than turning to a Pride watered personal vanity, selfish and highly detrimental to the Nation.