O Novo Mundo: a história interagindo com a Humanidade

O Novo Mundo é a segunda parte do resultado de uma pesquisa científica iniciada em 27 de novembro de 2016, sobre as interações do fenômenos FRBs (fast radio busts) que apresentaram contextos inteligíveis em agosto de 2020 pelo FRB121102, isto é, passíveis de compreensão com a realidade presente a partir das ferramentas semióticas desenvolvidas por Charles Sanders Peirce.

Compõe-se assim de uma obra literária que se valeu da Semiótica por ser a Ciência das Linguagens, ou seja, é como se a Semiótica fosse o idioma (linguagem) único de tudo o que se comunica, como por exemplo, a interação entre o sol com a terra que faz brotar a semente, ou, a sinergia do Sistema Solar que permite a harmonia entre as órbitas e tempos dos planetas que o compõe, o organismo da ave, que interage para definir as cores da pluma do pavão, e assim vai, até chegar no que nós mesmos já estamos acostumados, o idioma de uma língua pátria, como o Português.

Assim, o resultado da aplicação dessas ferramentas não interessa apenas os estudiosos de semiótica, pois sendo a comunicação do tudo, interessa a todos, e, assim, ao diferenciar-se da compilação de ideias por um escritor, o texto tridimensional trás a interação entre um fenômeno e uma linguagem cujo resultado será a percepção do ambiente pela Ética dessa linguagem que compõe a sua estrutura material (estética) formando a ARTE (= Ética + Estética), como se fosse uma agulha que vai costurando um tecido da história da Vida neste Universo.

No caso da dimensão imensa do Universo, podemos comparar como línguas de fogo a plasmar o imaterial em matéria física, que ilustramos com o vídeo abaixo

Línguas

Público alvo

Utilidade da obra para investidores e empresários

É uma leitura recomendada tanto aos economistas quanto empresários e também colaboradores, pois apresenta um panorama do sistema econômico atual e suas fragilidade no tempo presente, cujas nações se deparam com as mesmas situações do final da década de 1970, pouco antes de surgir o fenômeno da globalização.

Saindo do velho mundo

Utilidade da obra para desenvolvimento pessoal e profissional

Apresentamos aqui uma proposta de desenvolvimento da certeza de realização pelo serviço, no lugar da compensação e vantagens (no pain, no gaim), como instrumento de cura da prepotência do homem

O presente trabalho apresenta os resultados dos serviços realizados entre a semana de 21 de junho de 2021, Festa de São Luís Gonzaga, até 10 de julho de 2021, cujo resultado foi a experiência do tropeço da prepotência humana e o seu resgate de um poço sem fundo.

É inspirado nos serviços diários, também conhecidos como liturgias no significado no sentido próprio que signfica “originalmente “obra pública”, “serviço da parte do povo e em favor do povo” (CAC nº 1.069)1

Inciamos com os serviços da segunda-feira, 05 de julho de 2021, em que se ouviu a História da viagem de Jacó, que ia de Bersabéia à Harã, quando numa experiência profunda, ficou radiante e repleto de temor ao constatar, o imensurável Poder de Deus (Gênesis, Cap. 28, v. 10).

No entanto, mesmo diante desse deslumbre, e possível se perceber que Jacó tinha uma cabeça muito dura, ao ponto de usar uma pedra como travesseiro (Gênesis, Cap. 28, v. 11), e, assim, diante da singeleza Santa, na sua mediocridade de homem tosco, exalou a prepotência como um deus, colocando suas condições sobre a pedra que se tornou Altar, que ele chamou de Betel:

Se Deus estiver comigo e me proteger nesta viagem, dando-me pão para comer e roupa para vestir, e se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus” (Gênesis, Cap. 28, v. 11).

Essa atitude evidencia o olhar de Jacó para o Sagrado como algo particular de um homem, como se ele obtivesse para si, uma túnica de aço, fibra de carbono, que lhe garantisse a proteção de qualquer coisa que lhe ameaçasse, um Deus que lhe é escravo, o que os teólogos chamam de “teologia da compensação”, que agora,vem nesta semana inicial de julho, nos convidar para a renúncia à prepotência humana.

Diferente do olhar de Jacó, a singeleza Sagrada é humilde, rasa, ela se rebaixa porque reconhece a ignorância do homem, assim, o ama, que costumamos dizer como, “tem misericórdia”, ao ponto de lhe acolher como um deus: “Deus criou o homem para a imortalidade e o fez imagem de sua própria natureza” (Sabedoria, Cap. 2, v.23 – Serviço de 27 de junho de 2021, 1ª Leitura), e fiel à Aliança de Amizade com ele (Gênesis, Cap. 22, v. 16-18 Serviço de 01 de julho de 2021, 1ª Leitura).

Foto:Cowins

Isso não significa que Deus é nosso escravo, ele odeia a prepotência, e Jacó entendeu isso profundamente, ao ponto de se notar pelos serviços seguintes, que, diferente de sua proposta em Betel, na prática, ele, conviveu com a discórdia entre suas mulheres, com a cobiça, inveja e fratricídio de seus filhos, ao ponto de provocar nele a privação da convivência paterna com seu filho mais estimado, José, que julgava ter sido morto, no entanto, manteve-se fiel a Deus, não se rebelou, não mediu o cumprimento de sua promessa nos termos de sua proposta em Betel, pois já se via capaz de reconhecer a misericórdia de Deus.

Com isso, Deus lhe recobrou a alegria no fim de seus dias, quando reencontrou seu filho José:

José mandou atrelar seu carro e subiu a Gessen ao encontro do pai. Logo que o viu, lançou-se ao seu pescoço e, abraçado a ele chorou longamente. Israel disse a José: Agora morrerei contente, porque vi a tua face e te deixo com vida! (Gênesis, Cap. 46, v. 29-30, Serviço de 09 de julho de 2021, 1ª Leitura).

A prepotência de Jacó, agora se revela rasa como a singeleza Santa, porque diferentemente de sua cabeça dura, de suas mãos firmes que exigem a bênção de Deus “larga-me, pois já surge a aurora” Jacó respondeu: “Não te largarei se não me abençoares” (Gn Cap. 32, v. 27), agora se prosta humildemente como estrangeiro na casa de seu tio Ismael (Gêneses, Cap. 21, v. 21), sob a misericordia de Deus com os avós Abrahão e Sara, que haviam rejeitado a Ismael, porque Deus também foi fiel à Agar (Gênesis, Cap. 17, v. 20 – Serviço de 25 de junho de 2021, 1ª Leitura), que por sua vez, foi misericórdioso com Adão, chamando do Egito seu filho fratricida, Caim.

Conclusão

Não deve se atrever a colocar condições a Deus, ele não faz o que o homem quer, porque a relação celestial – Universo, não se limita ao homem, mas, ao infinito bem que há no Universo: Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai que está nos céus (Mateus, Cap. 10, v. 29, Serviço de 10 de julho de 2021, Leitura do Evangelho).

A Vida, não é compra e venda, mas Serviço.

1CAC – Catecismo da Igreja Católica. São Paulo: Vozes e Loyola, 1997.

Utilidade da obra para desenvolvimento de Tecnologias

A leitura é recomendada para quem acompanha o desenvolvimento tecnológico, que aqui poderíamos dizer que já utrapassou a revolução digital.

Utilidade da obra para desenvolvimento atualização dos cultos e liturgia nas igrejas

Um dos elementos mais incríveis da Ciência das Linguagens, isto é, a Semiótica e a capacidade de representar objetivamente Deus, ou seja, é como se Deus se permitisse ser representado visivelmente com os olhos, ou traduzindo, para uma linguagem teológica, é quando se disse: “‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? Ele é Deus não dos mortos mas dos vivos. (Mateus, Cap. 22, v. 32).

Ao unificar os estados invisível e visível, ou imaterial e material, Deus se permitindo ser representado visivelmente na Semiótica, de imediato nos puxa também do material para o imaterial para que reconheçamos que a realidade não se compõe só do visível, da física, das exatas, mas também do invisível, do imaterial, do sopro.

A grande contribuição desse fenômeno é a de nos revelar que no cotidiano, ao separarmos espírito da vida, ou material do imaterial, acabamos por dar razão a Nietzsche de que Deus seria um Deus morto, pois, a parte espiritual é transformada pelas Igrejas atuais apenas em ideias mitológicas, metafóricas, mentais, quando deveria compor a realidade através da ética que estrutura cada uma de nossas ações.

Ao definir o conceito de Deus como Ente necessário, Peirce está-nos dizendo que Deus é uma Ideia necessária à própria Realidade (e não uma Idéia da Razão Pura, como na filosofia kantiana): dada a configuração dos três Universos de Experiência, é necessá rio haver uma relação Real entre os três Universos não redutível a nenhum deles isoladamente, tampouco pensável separadamente de sua imbricação (PEIRCE apud RODRIGUES, 2003, p. 93)1.

A partir da proposta acima, a melhor maneira de se perceber a existência da relação citada por Nietzsche, do Deus morto, é olhar para você mesmo e concluir que que a tua segurança está ligada ao que você fez para se proteger, por exemplo, ter uma renda para se sustentar, uma casa para morar, um carro para viajar, ou seja, na lógica somente do material, do visível, do pensamento, e quando se refere à relação com Deus, você tem a ideia de um templo, uma igreja, uma religião para sua proteção por orações espirituais, em nos extremos se diz, Deus não se mistura com meus negócios, ou, Deus não se mistura com a Ciência.

Entendido isso, será possível se perceber que nos equivocamos nesse relacionamento pois, a realidade apresenta para nós algo mais que a lógica, que na semiótica poderia se dizer, a percepção visível de Deus, através da Ética que aplica o conhecimento, resultando na estética que compõe a obra, ou, a arte, num diálogo profundo do íntimo com a realidade:

O ponto de partida para entender tal aproximação está na tese metafísica segundo a qual o espírito do homem está afinado com o espírito da natureza, por assim dizer. Diz Peirce: “Infiro, em primeiro lugar, que o homem adivinha algo dos princípios secretos do universo porque sua mente se desenvolveu como uma parte do universo e sob a influência dos mesmos princípios secretos [CP 7.46](Ibid. p. 88).

Tudo isso, pedimos licença para traduzir em uma linguagem mais simples, nos valendo de dois mandamentos de Moisés:

Quanto a segurança no que se vê, ele diz, “não fará imagem insculpida” (Êxodo, Cap. 20, v. 4), ou seja, não se deve confiar na lógica do teu pensamento, pondo a tua segurança no que teus pensamentos vêem;

Quanto a certeza da realidade a partir do que não se vê, “honra teu pai e tua mãe” (Êxodo, Cap. 20, v. 12), ou seja, ao mergulhar no profundo do teu íntimo, ouvirá o conselho de teus ancestrais como Peirce disse: “Infiro, em primeiro lugar, que o homem adivinha algo dos princípios secretos do universo porque sua mente se desenvolveu como uma parte do universo e sob a influência dos mesmos princípios secretos” (Ibid.)

Por outro lado ao se encontrar diante de uma realidade completa, isto é, com Ética ancestral e Estética atual, o resultado será diferente do Deus morto, puramente mitológico denunciado por Nietzsche, mas o Deus na realidade presente, ou Deus vivo de Abrahão, Isaac e Jacó, como um dia vivenciou essa realidade Judite ao dizer:

Ouvi-me, e eu farei uma proeza que chegará aos filhos do nosso povo através das gerações. Esta noite vos postareis à porta da cidade, e eu sairei com minha serva. Antes do prazo que fixastes para entregar a cidade aos inimigos, o Senhor visitará Israel pela minha mão, como eu confio (Judite, Cap. 8, v. 32-33).

Assim, a contribuição do Livro o Novo Mundo para a Igreja, apresenta uma realidade de Deus vivo de destituição do Estado Vaticano como sede atual da Igreja, cuja contribuição da obra não é suscitar um cisma para dividir igrejas, mas sim, divulgar uma sentença, ou seja, algo já dado por Deus dentro da realidade presente, que parece irreversível, como um dia já preveniu o Profeta Amós de que, quando Deus faz ele é transparente, ou seja, Ele avisa que fez:

Escutai o oráculo que o Senhor pronuncia contra vós, filhos de Israel, contra todas as tribos que fiz subir da terra do Egito: – “De todas as famílias do mundo, vós fostes a única que eu quis conhecer, por isso mesmo venho cobrar todos os vossos pecados.

Quando tocam a trombeta na cidade, o povo não se assusta? Vem uma desgraça à cidade, não foi Deus quem mandou?

O Senhor não faz coisa alguma sem revelar seus planos aos profetas, seus servos.

Ruge o leão, quem não temerá? Fala o Senhor Deus, quem não profetizará?

(Amós, Cap. 3, 1-2.7-8).
A cruz de Pedro

A realidade do Deus vivo, apresenta um grande engano na relação entre Deus e a Humanidade, por isso, a utilidade desta contribuição também poderá servir para uma transformação das experiências religiosas em forma vinculação da realidade com a justiça, ao se vivenciar a Palavra ao invés de apenas meditá-la e reformular a conduta como oferta a Deus, no lugar das hipócritas moedas enferrujadas que substituem o sopro do Deus Salvador pela imagem da salvação pelo dinheiro.

O Segredo dos Anjos tornando-se alegria aos homens

Credito:Kellepics

A Santíssima Trindade É Deus, É o sentido que se completa, a alegria ao coração, a certeza da vida.

É bem conhecida a lenda medieval: um dia, Agostinho andaria a passear pela praia de Hipona, excogitando no seu pensamento o mistério da Trindade. Segundo a lenda, Agostinho deambulava à beira-mar, encantado talvez pelo vai-e-vem das ondas, tentando solucionar o enigma apenas com a força da sua razão, quando observou uma criança que, por brincadeira, tinha feito uma pequena cova na areia e se afadigava em idas e vindas entre o mar e a cova, trazendo água num pequeno recipiente. Arrancado da sua meditação por tal exercício repetido, Agostinho ter-se-á aproximado e perguntado à criança: Olá, meu menino! O que andas a fazer? Ao que a criança respondeu muito simplesmente: Ando a transportar a água do mar para esta cova. A bonomia paciente e maravilhada do Bispo de Hipona terá então respondido, tocada com a inocência do petiz: Olha lá: então não vês que é impossível colocar toda a água do mar nessa cova? O mar, estás a vê-lo?, é imenso e a tua cova é tão pequenina! No mesmo instante, revelando ser um enviado de Deus, a criança transformou-se em Anjo (ou, noutras versões, no próprio Jesus-menino), e respondeu acto contínuo: Pois eu digo-te, Agostinho: é mais fácil para mim pôr toda a água do mar nesta cova, do que tu esgotares, só com os recursos da tua razão, as profundezas do mistério da Trindade! E desapareceu (SANTO AGOSTINHO,, 2007, p. 7)1.

Para compreendermos essa resposta, temos que nos remeter as aparições de Nossa Senhora do Rosário para a revelação desse segredo pois, há a comunhão entre o Anjo que apareceu a Santo Agostinho com o Anjo de Portugal que apareceu aos três Pastorinhos.

O Anjo de Portugal, por sua vez, foi reverenciado nas celebrações preparatórias ao Centenário das aparições em Fátima, ao qual destacamos aqui a parte em que, a exemplo to história de Santo Agostinho, também se refere ao protagonismo do Anjo.

Este primeiro ano, no percurso para a celebração do Centenário das Aparições em Fátima, concentra-se em elementos fundamentais do conteúdo das aparições do Anjo. É necessário, por isso, partir do significado dessas aparições e do seu conteúdo.

Um Anjo é, antes de tudo, um mensageiro de Deus. Sempre que Deus se quer comunicar aos humanos, revelando-lhes algo importante para as suas vidas, fá-lo, antes de tudo, pela voz e pela presença de um Anjo.

É certo que Deus, quando nos revela algo, se revela a Si mesmo. Nesse sentido, é Deus quem Se revela aos humanos – é Ele e só Ele o sujeito e o conteúdo dessa revelação. Mas a sua transcendência marca tal diferença entre Ele e nós que é necessária uma pedagogia de mediadores. O Anjo é uma das fundamentais mediações de Deus, na comunicação aos humanos.

Ora, o Anjo de Fátima é um mediador da presença e da comunicação de Deus, que revela, em pleno século XX, algo importantíssimo, essencial, para a salvação dos humanos, em grande parte perdidos consigo mesmos, nos emaranhados caminhos da sua história.

E o cerne dessa revelação é nada mais nada menos que o cerne da fé cristã: que Deus é trino, Pai, Filho e Espírito e que a atitude humana fundamental perante o Deus trino é a adoração. Nesse sentido, Fátima não revela nada de novo, apenas retoma e recorda o cerne da revelação bíblica (Duque, 2010, p. 7)2.

A partir dessas considerações voltamos ao texto em que o Anjo respondeu a Santo Agostinho quando disse “Pois eu digo-te, Agostinho: é mais fácil para mim pôr toda a água do mar nesta cova, do que tu esgotares, só com os recursos da tua razão, as profundezas do mistério da Trindade!” (SANTO AGOSTINHO, 2008, p. 7)3

Essa resposta está dizendo a Santo Agostinho que ele pensa (filosofa) como os homens por isso não lhe será revelado o mistério, conforme a Palavra trazida por Isaías quando disse:

Pois os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus – oráculo do Senhor.

Pois tanto quanto o céu acima da terra, assim estão os meus caminhos acima dos vossos e meus pensamentos distantes dos vossos (Isaias, Cap. 55, v. 8-9).

Sem a revelação desse mistério a Santo Agostinho, a Igreja andou errante como disse o Profeta Isaías:

Ao tomar-me pela mão e ao avisar-me para eu não seguir os caminhos deste povo, o Senhor me preveniu:

“Não chameis ‘conspiração’ a tudo o que este povo chama de conspiração. Não participeis dos seus medos, nem vos deixeis amedrontar”.

Só ao Senhor dos exércitos chameis de Santo, dele sim tende temor e pavor.

Ele será um santuário, mas também pedra de tropeço, rochedo que derruba, para as duas casas de Israel, laço e armadilha para os cidadãos de Jerusalém.

Muitos deles vão tropeçar, cair e quebrar, serão apanhados e feitos prisioneiros (Isaías, Cap. 8, v. 11-15).

E sob o pensamento dos homens a Igreja, ao voltar-se para a Santíssima Trindade figurou um deus humano, sob a advertência do próprio Deus aos seus amigos, para não ser chamado este ato de conspiração (Is 8,12), quando Ela professou o Dogma da Trindade:

Para a formulação do dogma da Trindade, a Igreja teve de desenvolver uma terminologia própria, recorrendo a noções de origem filosófica: “substância”, “pessoa” ou “hipóstase”, “relação” etc. Ao fazer isso, não submeteu a fé a uma sabedoria humana, mas imprimiu um sentido novo, inaudito, a esse termos chamados a significar a partir daí também um Mistério inefável, que “supera infinitamente tudo o que nós podemos compreender do limite humano.

(…)

A Trindade é Una. Não professamos três deuses, mas um só Deus em três pessoas (Catecismo da Igreja Católica, Parágrafo nº 251).

A relação entre o Anjo de Santo Agostinho e o Anjo de Portugal volta novamente pela Palavras revelada ao Profeta Isaías referindo-se ao mistério não revelado a Santo Agostinho:

Guarda este documento, mantém em segredo esta instrução entre os meus discípulos: Ponho minha esperança no Senhor, que escondeu sua face da casa de Jacó, fico esperando por ele.

Eu e os filhos que o Senhor me deu somos em Israel um sinal e um aviso da parte do Senhor dos exércitos, que mora na montanha de Sião (Isaías Cap. 8, v. 16-19).

A Igreja ao usar o pensamento dos homens (filosofando), atribuiu à Santíssima Trindade, a figura humana de pessoa, três pessoas, três seres, ao passo que “o ser” não é Deus, pois Deus É, contrariando a Palavra dita a Moisés:

Deus pronunciou todas estas palavras: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirou do Egito, da casa da escravidão. Não terás outros deuses além de mim.

Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que existe em cima nos céus, ou embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra”.

Sobre a loucura da afastar-se da Palavra, a Palavra foi revelada a São Paulo quando disse aos Romanos:

Pois o que de Deus se pode conhecer é a eles manifesto, já que Deus mesmo lhes deu esse conhecimento. De fato, as perfeições invisíveis de Deus – não somente seu poder eterno, mas também a sua eterna divindade – são percebidas pelo intelecto, através de suas obras, desde a criação do mundo.

Portanto, eles não têm desculpa: apesar de conhecerem a Deus, não o glorificaram como

Deus nem lhe deram graças. Pelo contrário, perderam-se em seus pensamentos fúteis, e seu coração insensato se obscureceu. Alardeando sabedoria, tornaram-se tolos e trocaram a glória do Deus incorruptível por uma imagem de seres corruptíveis, como: homens, pássaros, quadrúpedes, répteis (Romanos, Cap, 1, v. 19-23).

Assim, diferente do pensamento humano de Santo Agostinho, Nossa Senhora do Rosário, revela-nos que Santíssima Trindade é Deus, que se permitiu ser reconhecido como Pai, não como pessoa, mas como Criador de todas as coisas, Filho como Sabedoria encarnada no Verbo, Palavra de Salvação, e Espírito Santo, como o Santificador do Nome de Deus, Pai nosso que estais nos Céus, Pai, Santificado seja o vosso Nome, Espírito Santo, Venha Nós ao Vosso Reino Nosso Senhor, àquele que tem a autoridade dos Céus e da Terra, cuja Sabedoria faz novas todas as coisas, o Pão nosso de cada dia.

Falar de três pessoas, refere-se a um deus humano, por atribuir a Deus a figura de homem, a exemplo dos deuses gregos, Zeus, Apolo, e tantos outros, ao passo que a Humanidade não é divindade, por compor-se de uma pequenina fração (fractal) do Universo, em conjunto com as outras criaturas, e não como se fosse o senhor do Universo.

A Santíssima Trindade é revelada nestes tempos pois, é demais para Deus sentida a morte dos seus amigos (Salmo 115, 15), e assim Ele se revela a fim de que o homem deixe de pensar como homem e volte a acolher incondicionalmente a Palavra de Deus, por isso, não essa revelação não deve ser tratada como um simples texto, mas, como um grande sinal de Deus para você: Procurai o Senhor enquanto é possível encontrá-lo chamai por ele, agora que está perto. (Isaías, 55, 6), da mesma forma que foi para Moisés quando disse:

Deus disse a Moisés: “Eu sou aquele que sou”. E acrescentou: “Assim responderás aos israelitas: ‘Eu sou’ envia-me a vós”. (Ex 3,14), ou como o Próprio Senhor Jesus Cristo disse:

Ele continuou a falar: “Vós sois daqui de baixo; eu sou do alto. Vós sois deste mundo; eu não sou deste mundo.

Eu vos disse que morrereis nos vossos pecados. De fato, se não acreditais que ‘eu sou’, morrereis nos vossos pecados”.

Eles lhe perguntaram: “Quem és tu, então? Jesus respondeu: “De início, isto mesmo que vos estou falando.

Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, vos digo: antes que Abraão existisse, eu sou” (João, Cap. 8, v. 24-25.58).

Conclusão:

Não há deus em três pessoas, pois pessoas significa ser, ou ainda, persona, que quer dizer máscara, que não condiz como o Deus que É, mas sim, o Santíssimo na Santíssima Trindade como Pai nosso que estais no Céu, Pai criador de todas as coisas, Santificado seja vosso nome, nas aguas superiores do Espírito Santo, o Pão nosso de cada dia, como o sabor da Vida dada pelo Filho que alimenta a fonte das águas debaixo do Céu, ou seja, o testemunho dado pelos amigos de Deus desde Adão.

1SANTO AGOSTINHO. De trintate – Livros IX a XIII. Covilhã-PT: LusoSofia, 2008. Disponível em http://www.lusosofia.net/textos/agostinho_de_hipona_de_trinitate_livros_ix_xiii.pdf. Acesso em 29 mai. 2021.

2DUQUE, João. Santíssima Trindade adoro-Vos profundamente O percurso temático para 2011-2012. In Santíssima Trindade adoro-Vos profundamente Itinerário Temático do Centenário das Aparições de Fátima 1º. Ciclo. Fátima – PT: Coleção Fátima Intinerários. Disponível em https://www.fatima.pt/files/upload/organiza%C3%A7%C3%A3o/_Fatima2017_AnoPastoral2010-2011_4d024cadaebf4.pdf. Acesso em 29 mai. 2021.

3Ibid. nota 1

A superação dos riscos presentes e perigos iminentes

Diante de tanta dor, angústias, desolação, carestia, falta de recursos, falências, perguntamos qual a saída?

Qual a saída não apenas para a pandemia que é só um dedinho da dor, mas, para a vida com qualidade, com dignidade, com descanso e sem dor?

A final, se dizemos ter a segurança em uma Ciência tão confiável, e só nela devemos confiar, ao ponto de ser chamado de imbecil quem a nega, o que é que está dando errado a fazer as pessoas a não se entenderem, matando covardemente desde criança até idosos, as nações fecharem suas fronteiras querendo se proteger da pobreza, rejeitando colaborações mutuas?

A primeira resposta, com certeza que se pode vislumbrar sobre as questões acima é que esta Ciência do Homem, por mais impressionantes que sejam as parafernalhas ultratecnológicas, não deu conta de melhorar o Mundo, ao que parece, na sua sede de domínio humano sobre o Universo, ela está acabando com o Mundo, diante dos contínuos e intensos desastres ambientais que se testemunha a cada dia.

Na sede de domínio sobre o Universo, desenvolveu-se em nome da Ciência, instrumento de controle como plano estratégicos, projetos capazes de iludir uma falsa segurança de certeza de sucesso, como se fossem “gurus” ou “adivinhadores” do futuro, fazendo com que a sentença de seus projetos se tornassem absolutas, no entanto, o produto de seus projetos se enriqueceu um, empobreceram milhões, se comprou a mansão com piscina para um, matou bilhões entre pessoas e espécies vivas, sob os projetos de uma Ciência que mais se assemelha à uma cultura da morte como uma dia já advertiu a Sabedoria, em Isaías quando disse:

Abandonaste mesmo o teu povo, a casa de Jacó, pois estão cheios de adivinhos orientais e também de feiticeiros como os filisteus. Deram a mão aos estrangeiros.

O país está cheio de ouro e prata, dinheiro que não acaba mais, cheio de cavalos, carros de guerra que não acabam mais. O país está cheio de ídolos, adoram o produto de suas mãos, coisas que seus dedos fabricaram. (Isaías, Cap. 2, v. 6-8).

A partilha desse fragmento de Sabedoria tem aqui, o propósito de mostrar algo mais do que a Ciência do Homem, ao testemunhar nos tempos presentes a consistência de preceitos estruturados por uma Ética de aproximadamente 3.000 anos atrás, que, saindo dos domínios da lógica humana, indicam em nosso tempo, o fracasso dessa cultura de morte.

Cultura de morte porque atua no homem como uma droga alucinadora na ilusão de “viver e ser feliz”, pois, ele não consegue perceber que ao embriagar-se nela, está preso na órbita do seu próprio umbigo, isto é, não consegue libertar-se para encontrar a tão sonhada felicidade, mas, como toda a droga gera dependência, permanece escravo do seu vício, como na ilusão do The Brain (RUEGGER, 1995), em que em cada episódio da animação o Pinky perguntava: – Cérebro o que vamos fazer esta noite? E ele respondia: – “A mesma coisa que fazemos todas as noites, vamos tentar dominar o mundo”1.

Assim, a segunda conclusão que se pode chegar diante desses preceitos, é que a Ciência voltada somente para uma cultura humana, como se o umbigo do homem fosse o centro das inteligências universais, não é uma Ciência em desenvolvimento, mas uma cultura de destruição, uma cultura de morte como pode ser visto na destruição dos biomas, nas extinções anuais de milhões de espécies de vida e no eminente risco de autodestruição da própria humanidade.

Por isso, negar o preceito apresentado por Isaías, seria como o cientista a negar a própria Ciência dos homens ao fechar os olhos para não se enxergar o que aquele Profeta, há três mil anos, ilustrou para resultado presente de uma cultura egoísta da ciência ilusória quando disse:

Como foi que se transformou em prostituta a cidade fiel, repletado direito? Nela, quem morava era a justiça, agora são os assassinos.

Tua prata virou borra, o teu vinho ficou aguado!

Teus chefes são corruptos, sócios dos ladrões: todos gostam de um suborno, correm atrás de ‘comissão’, aos órfãos não fazem justiça e a causa das viúvas nem chega às suas mãos (Isaías, Cap. 1, v-21-23).

Isto nos permite fazer uma terceira conclusão, o que Isaías, está nos querendo dizer na tecnologia de hoje, é que diante de uma cultura da morte, a ciência voltada somente para o umbigo do homem, não atende as Éticas da Teoria das Incertezas da Ciência da Vida, por ser muito mais expandida do que a ciência umbilical, substitui a cultura do “viver e ser feliz” para a cultura da vida abundante que ultrapassa para além das fronteiras do Universo, por isso a mesma sabedoria nos preveniu também: “Pois os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus” (Isaías, Cap. 55,8).

Semiótica – Ciência das Linguagens aplicada às Tecnologias da Inteligência

Mas tendo em vista que entre os vícios da ciência humana há o pragmatismo de William James, talvez o cientista pergunte, mas o que isso muda na minha vida? Como salvo os meus negócios, ou, como levo comida para a casa? O que nos faz voltar a questão inicial: diante de tanta dor, angústias, desolação, carestia, falta de recursos, falências, perguntamos qual a saída?

A resposta para isso, antes se faz necessário que o leitor responda a duas perguntas:

a) Se acredito em Deus, logo acredito que Ele é meu salvador, assim, se o dinheiro agora ameaça me matar pela falência ou pela fome, quem me salva é o Senhor, ou o dinheiro?

b) Se não acredito em nada, somente na minha inteligência científica ao qual ponho toda a minha certeza, diante da morte pela peste, pela falência, pela fome, sendo o dinheiro o meu salvador ele virá te socorrer agora? Vai me livrar da morte?

A partir dessas duas reflexões torna-se possível se responder a questão principal.

Para aqueles que se identificam no grupo da questão “a”, reconhecendo que a Ciência de Deus é segura para ser aplicada na tua empresa, na tua casa diante de tua aflição, então você diante da Teoria das Incertezas, aplicando o princípio das probabilidades dos resultados positivos da fé pelo testemunhos daqueles que creram e não se decepcionaram, terá como indicador como aquela escada espiral do DNA, a Ciência de Isaías quando disse:

Oh! Todos que estais com sede, vinde buscar água! Quem não tem dinheiro venha também!

Comprar para comer, vinde, comprar sem dinheiro vinho e mel, sem pagar!

Para que gastar dinheiro com coisas que não alimentam? Por que trabalhar tanto pelo que não mata a fome? Escutai, ouvi bem o que eu digo e comereis o que há de melhor, o vosso paladar se deliciará com o que há de mais saboroso.

Atenção! Vinde procurar-me, ouvi-me e tereis vida nova, farei convosco uma aliança definitiva, um compromisso firme com Davi.(Isaías, Cap. 55, v. 1-4).

Para aqueles céticos se enquadram na pergunta “b”, se você está no leito de morte, e o dinheiro, teu salvador não vem, se você está desempregado e teu salvador não vem, se você está falindo e teu salvador, se você está na fila para o o leito de morte, pagando os melhores tratamento e tua salvação não vem, você com certeza vai continuar acreditando que terá que fazer tudo sozinho, e como o Cérebro, em toda a noite levantará na ilusão de “está noite vamos fazer o que fazemos todas as noites tentar dominar o mundo”, confiando na cultura da morte.

Conclusão

Considerando a Teoria do Caos, as probabilidades apontam que estamos vivendo uma nova revolução, não a do artificial, muito menos de inteligência artificial cujo sentido “inteligência artificial” soa como “aqueles sem inteligências”, ou, desinteligências, mas sim, a revolução dos sentidos, das emoções que constroem a Arte que intensifica a alegria da vida, expandindo-a para vidas abundantes.

Mais sobre o tema Ciência Panterrestre pode ser lido no seguinte link: https://formaresaber.com.br/a-ciencia-panterrestre/https://youtu.be/i0mGkFYxfOY

1RUEGGER, Tom. Pinky and the Brain – Pinky e o Cérebro. Produção Steven Spielberg, 1995. Disponível em https://youtu.be/rjp4LtSn5Jw. Acesso em 13 abr. 2021.

1Rodrigues, Cassiano Terra Rodrigues. Charles Sanders Peirce. Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus. In Cognitio, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 87-97, jan.-jun. 2003. Disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/cognitiofilosofia/article/download/13242/9756. Acesso em 08 abril. 2021.

Denunciando a corrupção: O Papa do Fim do Mundo

Continuando a completar as informações para oritentação da leitura do Livro “O Novo Mundo: a história interagindo com o sonho da Humanidade’, apresentamos hoje, a parte do livro que trata do Estado Vaticano como o Pedro Romano da Profecia de São Malaquias, que para ajudar a leitura preparamos o vídeo abaixo.

Para o momento presente é imprescindível uma prática de vida que acompanhe a marcha do sonho da Humanidade, para isso, sugerimos abaixo duas leituras que orientam atitudes seguras para o momento presente:

Sem sentidos desprezamos a cura da doença: https://formaresaber.com.br/sem-sentidos-desprezamos-a-cura-da-doenca/

Saindo da pandemia pelo recluses e não pelo lockdown https://formaresaber.com.br/saindo-da-pandemia-pelo-recluses-no-lugar-do-lockdown/

Sobre os acontecimentos recentes, sugerimos também a leitura desse artigo https://formaresaber.com.br/retiro-da-quaresma-cantico/.

Superando os medos, encarando a alegria

O vídeo abaixo convida o leitor a encarar a verdade do momento presente, ou seja, saindo da proximidade da morte, para se alcançar a Alegria verdadeira. Congratulations!!!! Parabéns!!!! Viva!!!

Temas comuns

Complementando nosso trabalho sobre a inteligência emocional, sugerimos aqui este vídeo que se alinha com as propostas acima .

O Rebento da Rainha

Este vídeo é uma continuação do subtópico anterior, seguindo a linha da inteligência emocional, para se vencer o medo, e, apresenta a relação dos eventos do FRB121102 em 20/08/2020, tratada na página 15 do nosso livro com a tragédia na Indonésia que vitimou 53 tripulantes de um submarino, propondo algumas ações para superar as catástrofes.

This video is a continuation of the previous subtopic, following the line of emotional intelligence, to overcome fear, and presents the relationship of the events of FRB121102 on 20/08/2020, treated on page 15 of our book, with the tragedy in Indonesia that killed 53 crew members of a submarine, proposing some actions to overcome the catastrophes.

disponibilidade da obra

A obra encontra-se em fase de pré-lançamento já disponível nas seguintes livrarias, basta clicar sobre a de sua preferência:


Obra disponível nestas livrarias
Chiado Editora
O Novo Mundo

Um comentário em “O Novo Mundo: a história interagindo com a Humanidade”

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