O Novo Mundo: a história interagindo com a Humanidade

O Novo Mundo é a segunda parte do resultado de uma pesquisa científica iniciada em 27 de novembro de 2016, sobre as interações do fenômenos FRBs (fast radio busts) que apresentaram contextos inteligíveis em agosto de 2020 pelo FRB121102, isto é, passíveis de compreensão com a realidade presente a partir das ferramentas semióticas desenvolvidas por Charles Senders Peirce.

Compõe-se assim de uma obra literária que se valeu da Semiótica por ser a Ciência das Linguagens, ou seja, é como se a Semiótica fosse o idioma (linguagem) único de tudo o que se comunica, como por exemplo, a interação entre o sol com a terra que faz brotar a semente, ou, a sinergia do Sistema Solar que permite a harmonia entre as órbitas e tempos dos planetas que o compõe, o organismo da ave, que interage para definir as cores da pluma do pavão, e assim vai, até chegar no que nós mesmos já estamos acostumados, o idioma de uma língua pátria, como o Português.

Assim, o resultado da aplicação dessas ferramentas não interessa apenas os estudiosos de semiótica, pois sendo a comunicação do tudo, interessa a todos, e, assim, ao diferenciar-se da compilação de ideias por um escritor, o texto tridimensional trás a interação entre um fenômeno e uma linguagem cujo resultado será a percepção do ambiente pela Ética dessa linguagem que compõe a sua estrutura material (estética) formando a ARTE (= Ética + Estética), como se fosse uma agulha que vai costurando um tecido da história da Vida neste Universo.

No caso da dimensão imensa do Universo, podemos comparar como línguas de fogo a plasmar o imaterial em matéria física, que ilustramos com o vídeo abaixo

Línguas

Público alvo

Utilidade da obra para investidores e empresários

É uma leitura recomendada tanto aos economistas quanto empresários e também colaboradores, pois apresenta um panorama do sistema econômico atual e suas fragilidade no tempo presente, cujas nações se deparam com as mesmas situações do final da década de 1970, pouco antes de surgir o fenômeno da globalização.

Saindo do velho mundo

Utilidade da obra para desenvolvimento pessoal e profissional

Próximo tema de atualização desta página.

Utilidade da obra para desenvolvimento de Tecnologias

A leitura é recomendada para quem acompanha o desenvolvimento tecnológico, que aqui poderíamos dizer que já utrapassou a revolução digital.

Utilidade da obra para desenvolvimento atualização dos cultos e liturgia nas igrejas

Um dos elementos mais incríveis da Ciência das Linguagens, isto é, a Semiótica e a capacidade de representar objetivamente Deus, ou seja, é como se Deus se permitisse ser representado visivelmente com os olhos, ou traduzindo, para uma linguagem teológica, é quando se disse: “‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’? Ele é Deus não dos mortos mas dos vivos. (Mateus, Cap. 22, v. 32).

Ao unificar os estados invisível e visível, ou imaterial e material, Deus se permitindo ser representado visivelmente na Semiótica, de imediato nos puxa também do material para o imaterial para que reconheçamos que a realidade não se compõe só do visível, da física, das exatas, mas também do invisível, do imaterial, do sopro.

A grande contribuição desse fenômeno é a de nos revelar que no cotidiano, ao separarmos espírito da vida, ou material do imaterial, acabamos por dar razão a Nietzsche de que Deus seria um Deus morto, pois, a parte espiritual é transformada pelas Igrejas atuais apenas em ideias mitológicas, metafóricas, mentais, quando deveria compor a realidade através da ética que estrutura cada uma de nossas ações.

Ao definir o conceito de Deus como Ente necessário, Peirce está-nos dizendo que Deus é uma Ideia necessária à própria Realidade (e não uma Idéia da Razão Pura, como na filosofia kantiana): dada a configuração dos três Universos de Experiência, é necessá rio haver uma relação Real entre os três Universos não redutível a nenhum deles isoladamente, tampouco pensável separadamente de sua imbricação (PEIRCE apud RODRIGUES, 2003, p. 93)1.

A partir da proposta acima, a melhor maneira de se perceber a existência da relação citada por Nietzsche, do Deus morto, é olhar para você mesmo e concluir que que a tua segurança está ligada ao que você fez para se proteger, por exemplo, ter uma renda para se sustentar, uma casa para morar, um carro para viajar, ou seja, na lógica somente do material, do visível, do pensamento, e quando se refere à relação com Deus, você tem a ideia de um templo, uma igreja, uma religião para sua proteção por orações espirituais, em nos extremos se diz, Deus não se mistura com meus negócios, ou, Deus não se mistura com a Ciência.

Entendido isso, será possível se perceber que nos equivocamos nesse relacionamento pois, a realidade apresenta para nós algo mais que a lógica, que na semiótica poderia se dizer, a percepção visível de Deus, através da Ética que aplica o conhecimento, resultando na estética que compõe a obra, ou, a arte, num diálogo profundo do íntimo com a realidade:

O ponto de partida para entender tal aproximação está na tese metafísica segundo a qual o espírito do homem está afinado com o espírito da natureza, por assim dizer. Diz Peirce: “Infiro, em primeiro lugar, que o homem adivinha algo dos princípios secretos do universo porque sua mente se desenvolveu como uma parte do universo e sob a influência dos mesmos princípios secretos [CP 7.46](Ibid. p. 88).

Tudo isso, pedimos licença para traduzir em uma linguagem mais simples, nos valendo de dois mandamentos de Moisés:

Quanto a segurança no que se vê, ele diz, “não fará imagem insculpida” (Êxodo, Cap. 20, v. 4), ou seja, não se deve confiar na lógica do teu pensamento, pondo a tua segurança no que teus pensamentos vêem;

Quanto a certeza da realidade a partir do que não se vê, “honra teu pai e tua mãe” (Êxodo, Cap. 20, v. 12), ou seja, ao mergulhar no profundo do teu íntimo, ouvirá o conselho de teus ancestrais como Peirce disse: “Infiro, em primeiro lugar, que o homem adivinha algo dos princípios secretos do universo porque sua mente se desenvolveu como uma parte do universo e sob a influência dos mesmos princípios secretos” (Ibid.)

Por outro lado ao se encontrar diante de uma realidade completa, isto é, com Ética ancestral e Estética atual, o resultado será diferente do Deus morto, puramente mitológico denunciado por Nietzsche, mas o Deus na realidade presente, ou Deus vivo de Abrahão, Isaac e Jacó, como um dia vivenciou essa realidade Judite ao dizer:

Ouvi-me, e eu farei uma proeza que chegará aos filhos do nosso povo através das gerações. Esta noite vos postareis à porta da cidade, e eu sairei com minha serva. Antes do prazo que fixastes para entregar a cidade aos inimigos, o Senhor visitará Israel pela minha mão, como eu confio (Judite, Cap. 8, v. 32-33).

Assim, a contribuição do Livro o Novo Mundo para a Igreja, apresenta uma realidade de Deus vivo de destituição do Estado Vaticano como sede atual da Igreja, cuja contribuição da obra não é suscitar um cisma para dividir igrejas, mas sim, divulgar uma sentença, ou seja, algo já dado por Deus dentro da realidade presente, que parece irreversível, como um dia já preveniu o Profeta Amós de que, quando Deus faz ele é transparente, ou seja, Ele avisa que fez:

Escutai o oráculo que o Senhor pronuncia contra vós, filhos de Israel, contra todas as tribos que fiz subir da terra do Egito: – “De todas as famílias do mundo, vós fostes a única que eu quis conhecer, por isso mesmo venho cobrar todos os vossos pecados.

Quando tocam a trombeta na cidade, o povo não se assusta? Vem uma desgraça à cidade, não foi Deus quem mandou?

O Senhor não faz coisa alguma sem revelar seus planos aos profetas, seus servos.

Ruge o leão, quem não temerá? Fala o Senhor Deus, quem não profetizará?

(Amós, Cap. 3, 1-2.7-8).
A cruz de Pedro

A realidade do Deus vivo, apresenta um grande engano na relação entre Deus e a Humanidade, por isso, a utilidade desta contribuição também poderá servir para uma transformação das experiências religiosas em forma vinculação da realidade com a justiça, ao se vivenciar a Palavra ao invés de apenas meditá-la e reformular a conduta como oferta a Deus, no lugar das hipócritas moedas enferrujadas que substituem o sopro do Deus Salvador pela imagem da salvação pelo dinheiro.

A superação dos riscos presentes e perigos iminentes

Diante de tanta dor, angústias, desolação, carestia, falta de recursos, falências, perguntamos qual a saída?

Qual a saída não apenas para a pandemia que é só um dedinho da dor, mas, para a vida com qualidade, com dignidade, com descanso e sem dor?

A final, se dizemos ter a segurança em uma Ciência tão confiável, e só nela devemos confiar, ao ponto de ser chamado de imbecil quem a nega, o que é que está dando errado a fazer as pessoas a não se entenderem, matando covardemente desde criança até idosos, as nações fecharem suas fronteiras querendo se proteger da pobreza, rejeitando colaborações mutuas?

A primeira resposta, com certeza que se pode vislumbrar sobre as questões acima é que esta Ciência do Homem, por mais impressionantes que sejam as parafernalhas ultratecnológicas, não deu conta de melhorar o Mundo, ao que parece, na sua sede de domínio humano sobre o Universo, ela está acabando com o Mundo, diante dos contínuos e intensos desastres ambientais que se testemunha a cada dia.

Na sede de domínio sobre o Universo, desenvolveu-se em nome da Ciência, instrumento de controle como plano estratégicos, projetos capazes de iludir uma falsa segurança de certeza de sucesso, como se fossem “gurus” ou “adivinhadores” do futuro, fazendo com que a sentença de seus projetos se tornassem absolutas, no entanto, o produto de seus projetos se enriqueceu um, empobreceram milhões, se comprou a mansão com piscina para um, matou bilhões entre pessoas e espécies vivas, sob os projetos de uma Ciência que mais se assemelha à uma cultura da morte como uma dia já advertiu a Sabedoria, em Isaías quando disse:

Abandonaste mesmo o teu povo, a casa de Jacó, pois estão cheios de adivinhos orientais e também de feiticeiros como os filisteus. Deram a mão aos estrangeiros.

O país está cheio de ouro e prata, dinheiro que não acaba mais, cheio de cavalos, carros de guerra que não acabam mais. O país está cheio de ídolos, adoram o produto de suas mãos, coisas que seus dedos fabricaram. (Isaías, Cap. 2, v. 6-8).

A partilha desse fragmento de Sabedoria tem aqui, o propósito de mostrar algo mais do que a Ciência do Homem, ao testemunhar nos tempos presentes a consistência de preceitos estruturados por uma Ética de aproximadamente 3.000 anos atrás, que, saindo dos domínios da lógica humana, indicam em nosso tempo, o fracasso dessa cultura de morte.

Cultura de morte porque atua no homem como uma droga alucinadora na ilusão de “viver e ser feliz”, pois, ele não consegue perceber que ao embriagar-se nela, está preso na órbita do seu próprio umbigo, isto é, não consegue libertar-se para encontrar a tão sonhada felicidade, mas, como toda a droga gera dependência, permanece escravo do seu vício, como na ilusão do The Brain (RUEGGER, 1995), em que em cada episódio da animação o Pink perguntava: – Cérebro o que vamos fazer esta noite? E ele respondia: – “A mesma coisa que fazemos todas as noites, vamos tentar dominar o mundo”1.

Assim, a segunda conclusão que se pode chegar diante desses preceitos, é que a Ciência voltada somente para uma cultura humana, como se o umbigo do homem fosse o centro das inteligências universais, não é uma Ciência em desenvolvimento, mas uma cultura de destruição, uma cultura de morte como pode ser visto na destruição dos biomas, nas extinções anuais de milhões de espécies de vida e no eminente risco de autodestruição da própria humanidade.

Por isso, negar o preceito apresentado por Isaías, seria como o cientista a negar a própria Ciência dos homens ao fechar os olhos para não se enxergar o que aquele Profeta, há três mil anos, ilustrou para resultado presente de uma cultura egoísta da ciência ilusória quando disse:

Como foi que se transformou em prostituta a cidade fiel, repletado direito? Nela, quem morava era a justiça, agora são os assassinos.

Tua prata virou borra, o teu vinho ficou aguado!

Teus chefes são corruptos, sócios dos ladrões: todos gostam de um suborno, correm atrás de ‘comissão’, aos órfãos não fazem justiça e a causa das viúvas nem chega às suas mãos (Isaías, Cap. 1, v-21-23).

Isto nos permite fazer uma terceira conclusão, o que Isaías, está nos querendo dizer na tecnologia de hoje, é que diante de uma cultura da morte, a ciência voltada somente para o umbigo do homem, não atende as Éticas da Teoria das Incertezas da Ciência da Vida, por ser muito mais expandida, substitui a cultura do “viver e ser feliz” para a cultura da vida abundante que ultrapassa para além das fronteiras do Universo, por isso a mesma sabedoria nos preveniu também: “Pois os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e vossos caminhos não são os meus” (Isaías, Cap. 55,8).

Semiótica – Ciência das Linguagens aplicada às Tecnologias da Inteligência

Mas tendo em vista que entre os vícios da ciência humana há o pragmatismo de William James, talvez o cientista pergunte, mas o que isso muda na minha vida? Como salvo os meus negócios, ou, como levo comida para a casa? O que nos faz voltar a questão inicial: diante de tanta dor, angústias, desolação, carestia, falta de recursos, falências, perguntamos qual a saída?

A resposta para isso, antes se faz necessário que o leitor responda a duas perguntas:

a) Se acredito em Deus, logo acredito que Ele é meu salvador, assim, se o dinheiro agora ameaça me matar pela falência ou pela fome, quem me salva é o Senhor, ou o dinheiro?

b) Se não acredito em nada, somente na minha inteligência científica ao qual ponho toda a minha certeza, diante da morte pela peste, pela falência, pela fome, sendo o dinheiro o meu salvador ele virá te socorrer agora? Vai me livrar da morte?

A partir dessas duas reflexões torna-se possível se responder a questão principal.

Para aqueles que se identificam no grupo da questão “a”, reconhecendo que a Ciência de Deus é segura para ser aplicada na tua empresa, na tua casa diante de tua aflição, então você diante da Teoria das Incertezas, aplicando o princípio das probabilidades dos resultados positivos da fé pelo testemunhos daqueles que creram e não se decepcionaram, terá como indicador como aquela escada espiral do DNA, a Ciência de Isaías quando disse:

Oh! Todos que estais com sede, vinde buscar água! Quem não tem dinheiro venha também!

Comprar para comer, vinde, comprar sem dinheiro vinho e mel, sem pagar!

Para que gastar dinheiro com coisas que não alimentam? Por que trabalhar tanto pelo que não mata a fome? Escutai, ouvi bem o que eu digo e comereis o que há de melhor, o vosso paladar se deliciará com o que há de mais saboroso.

Atenção! Vinde procurar-me, ouvi-me e tereis vida nova, farei convosco uma aliança definitiva, um compromisso firme com Davi.(Isaías, Cap. 55, v. 1-4).

Para aqueles céticos se enquadram na pergunta “b”, se você está no leito de morte, e o dinheiro, teu salvador não vem, se você está desempregado e teu salvador não vem, se você está falindo e teu salvador, se você está na fila para o o leito de morte, pagando os melhores tratamento e tua salvação não vem, você com certeza vai continuar acreditando que terá que fazer tudo sozinho, e como o Cérebro, em toda a noite levantará na ilusão de “está noite vamos fazer o que fazemos todas as noites tentar dominar o mundo”, confiando na cultura da morte.

Conclusão

Considerando a Teoria do Caos, as probabilidades apontam que estamos vivendo uma nova revolução, não a do artificial, muito menos de inteligência artificial cujo sentido “inteligência artificial” soa como “aqueles sem inteligências”, ou, desinteligências, mas sim, a revolução dos sentidos, das emoções que constroem a Arte que intensifica a alegria da vida, expandindo-a para vidas abundantes.

Mais sobre o tema Ciência Panterrestre pode ser lido no seguinte link: https://formaresaber.com.br/a-ciencia-panterrestre/https://youtu.be/i0mGkFYxfOY

1RUEGGER, Tom. Pinky and the Brain – Pinky e o Cérebro. Produção Steven Spielberg, 1995. Disponível em https://youtu.be/rjp4LtSn5Jw. Acesso em 13 abr. 2021.

1Rodrigues, Cassiano Terra Rodrigues. Charles Sanders Peirce. Um Argumento Negligenciado para a Realidade de Deus. In Cognitio, São Paulo, v. 4, n. 1, p. 87-97, jan.-jun. 2003. Disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/cognitiofilosofia/article/download/13242/9756. Acesso em 08 abril. 2021.

Denunciando a corrupção: O Papa do Fim do Mundo

Continuando a completar as informações para oritentação da leitura do Livro “O Novo Mundo: a história interagindo com o sonho da Humanidade’, apresentamos hoje, a parte do livro que trata do Estado Vaticano como o Pedro Romano da Profecia de São Malaquias, que para ajudar a leitura preparamos o vídeo abaixo.

Para o momento presente é imprescindível uma prática de vida que acompanhe a marcha do sonho da Humanidade, para isso, sugerimos abaixo duas leituras que orientam atitudes seguras para o momento presente:

Sem sentidos desprezamos a cura da doença: https://formaresaber.com.br/sem-sentidos-desprezamos-a-cura-da-doenca/

Saindo da pandemia pelo recluses e não pelo lockdown https://formaresaber.com.br/saindo-da-pandemia-pelo-recluses-no-lugar-do-lockdown/

Sobre os acontecimentos recentes, sugerimos também a leitura desse artigo https://formaresaber.com.br/retiro-da-quaresma-cantico/.

disponibilidade da obra

A obra encontra-se em fase de pré-lançamento já disponível nas seguintes livrarias, basta clicar sobre a de sua preferência:


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Chiado Editora
O Novo Mundo

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